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Como é a terapia comigo?

Neste espaço, vou explicar como funciona meu trabalho, para você que quer iniciar um processo de atendimento psicológico e precisa se organizar.
 

Como funciona a Psicoterapia convencional

Primeiro contato

Realizo uma conversa inicial de 20 minutos para explicar minha forma de trabalho, entender sua demanda e verificar se esse é o momento de iniciar um processo de terapia.

Primeiras sessões

As primeiras sessões são para acolhimento e triagem. Realizo uma anamnese e definimos o objetivo terapêutico. Esse processo leva em torno de 1 mês (pode ser mais ou menos, dependendo do seu engajamento)

A cada 3 meses

As mudanças terapêuticas costumam ficar visíveis a partir de 3 meses. Esse tempo pode mudar, dependendo do andamento do seu processo. A cada 3 meses realizamos um alinhamento do objetivo terapêutico.

Duração do processo

Não se pode determinar em quanto tempo você conseguirá obter os resultados esperados, pois cada caso é um caso. Então faço da seguinte forma. Estabeleço um tempo entre 9 e 12 meses, e depois desse período, reavaliamos o objetivo terapêutico e decidimos pela alta ou pela continuação do processo.

Terapia de Sessão Única (TSU)

A Terapia de Sessão Única é uma modalidade de terapia breve para tratar questões pontuais, ela tem começo, meio e fim, é mais longa que uma sessão de terapia convencional e pode ser marcada mais de uma vez.

É utilizada e estudada há décadas em diversos países. A ideia não é oferecer 1 dia de terapia, e sim realizar um processo completo em si mesmo e com propósitos específicos compatíveis com uma intervenção única (Souza, Lion, Vidottto e Moscheta, 2020)

Na TSU, o foco é na sua necessidade imediata, busca de reconhecimento dos seus recursos e sua rede de apoio, foco em suas habilidades, conhecimentos e competências para lidar com a situação-problema.

Você pode realizar a Terapia de Sessão Única e se quiser dar o próximo passo, entrar em um processo de psicoterapia convencional.

Indicada para quem:

  • vivencia desafios emocionais cotidianos e não clínicos;

  • pessoas que enfrentam problemas diários de autodisciplina  e procrastinação;

  • pessoas prontas para cuidar de questões emocionais e/ou comportamentais agora cujo problema não é clínico (porém pode se tornar clínico se não for resolvido);

  • pessoas que se sentem estagnadas e precisam de ajuda para se libertar e seguir em frente;

  • pessoas que estão abertas à terapia e querem experimentá-la antes de se comprometer em um processo mais longo.

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